Descrição
As trajetórias da brasileira Dionísia Gonçalves Pinto, mais conhecida como Nísia Floresta (1810-1885), e da alemã Mathilde Franziska Anneke (1817-1884), assim como seus posicionamentos políticos e educacionais, já que foram donas de escolas para meninas, são analisadas nesse artigo sob a perspectiva das relações de gênero. Pretende-se verificar e problematizar os conceitos normativos que contribuíram para a construção dos papéis sociais dos gêneros no século XIX pelo viés da educação e dos exemplos das duas educadoras.